Balanço do Congresso Municipal

 

A UJS Piracicaba deu um grande passo para voltar a cena política da cidade.A entidade começa dar sinal de recuperação, depois de praticamente ter fechado suas portas no final de 2003.No dia 05/05 a entidade participou na câmara de vereadores sobre a discussão de um tema delicado, que hoje é motivo de grandes debates na sociedade brasileira, a redução da maioridade penal, a União da Juventude Socialista de Piracicaba estava presente representada pela a atual presidente Tatiane e pelo militante Thiago ambos funcionários do sindicado dos bancários, lá nossos representes defenderam veemente a não redução da maioridade penal, uma bandeira que a UJS defende em todo o país.

No dia 15/05 a UJS Piracicaba realizou o seu III congresso municipal, onde estava presente Osvaldo Lemos diretor da UPES (União Paulista dos Estudantes Secundarista) fazendo uma boa intervenção sobre conjuntura internacional, nacional e estadual, também presente Mauricio Lovadini intervindo sobre conjuntura municipal e o atual quadro eleitoral, a mesa sendo presidida por Tatiane Fernandes. Nesse congresso vimos o surgimento de novos quadros como o André que aparece como destaque no movimento secundarista, mais o que realmente chamou a tenção nesse congresso foi à presença de pessoas do movimento universitário que dificilmente participavam dos fóruns da entidade, mesmo assim a UJS sempre teve quadros no Movimento universitário inclusive ganhando o DCE UNIMEP no ano de 2003.

No quadro eleitoral definiu-se que a UJS apoiará a candidatura de Lino Prado para vereador e para prefeito a UJS tomará a decisão junto com o PCdoB, a linha que se discute, que é praticamente consenso entre a militância é a de alianças com setores progressistas com o PPS, PT,PV,PDT...,Sabemos que o quadro eleitoral não partirá dessa linha, por divergências entre PT e PPS, nessas circunstancias o PCdoB e a UJS começa a costurar alianças sendo que o mais próximo hoje é o PPS tendo como candidato Roberto de Moraes.

                                                             Mauricio Lovadini

 

 



Escrito por tati às 20h45
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UJS: POIS UM FILHO TEU NÃO FOGE A LUTA

 

 

Somos a União da Juventude Socialista. Somos herdeiros dos jovens que lutaram contra a ditadura militar, nascemos na luta pelas Diretas Já! Conquistamos o direito de votar aos 16 anos. Em 1992, formamos a juventude “cara pintada” que derrubou o presidente corrupto Fernando Collor. Lutamos contra oito anos de desmonte do país no governo FHC. E fomos os jovens que levaram o operário LULA à presidência da república.

Queremos um novo mundo, sem guerras, sem destruição dos povos. Por isso lutamos pelo Socialismo e consideramos a organização dos jovens indispensável para conquistar nossos direitos. O Socialismo é o sistema político que defende a democracia e a igualdade entre as pessoas. É o sistema que representa as verdadeiras aspirações da juventude porque valoriza o ser humano.

Em 2002 elegemos Lula presidente para mudar o Brasil. Sabemos que não será tarefa fácil, afinal o FHC deixou o país detonado em seus 8 anos de reinado. Vendeu as empresas nacionais e deixou nossa economia vendida pro FMI.

Esse anos temos a grande tarefa de reestruturarmos a UJS aqui em Piracicaba, e por isso precisamos dos jovens que almejam a mudança e o crescimento do país. E para isso devemos começar na nossa cidade, através do grêmio da nossa escola, nos movimentos sociais, no Hip-Hop, no trabalho, enfim em todo os lugares onde a juventude se faz presente.

E deixar de lado o velho ditado que nós jovens somos o futuro do país, e sim que somos o presente para construirmos o futuro! 

             

 



Escrito por tati às 08h18
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REFORMA UNIVERSITARIA

MEC anuncia pontos de consenso para a Reforma Universitária

 


Um Fundo de Financiamento das Universidades, com o repasse direto de verbas para as instituições, a defesa da eleição direta para reitores das universidades e a expansão das instituições federais de ensino superior de acordo com as necessidades de desenvolvimento regional. Estes são os três pontos anunciados pelo ministro da Educação, Tarso Genro, como parte dos 12 itens sobre os quais já existe consenso, dentro do MEC, a respeito da reforma do ensino superior brasileiro.

O anúncio foi feito durante reunião do ministro, do secretário-executivo do MEC, Fernando Haddad, e do secretário de Ensino Superior, Nelson Maculan, com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). Estavam presentes ao encontro, realizado na Sala de Atos do Ministério, 47 dos 54 reitores das universidades públicas brasileiras.

Segundo o ministro, até o final de maio, o MEC irá apresentar sua visão sobre a reforma universitária, para que ela "seja debatida dentro do processo de negociação da reforma" com a sociedade, a comunidade acadêmica e as entidades da área da Educação.

Tarso Genro afirmou, também, que o MEC está avaliando a possibilidade de a Lei Orgânica do Ensino Superior prever a criação de duas escolas públicas de pós-graduação, uma em artes visuais e a outra em geopolítica e defesa. O ministro justificou que o primeiro tema é, hoje, "um importante item do comércio internacional e que ocupa um papel destacado nas exportações dos países desenvolvidos". Já o segundo tema "está vinculado ao estudo e socialização do projeto de nação". A Lei Orgânica do Ensino Superior deverá ser enviada ao Congresso até o final do ano, na forma de projeto de lei.

Agenda permanente – Na reunião, o ministro da Educação propôs aos reitores a criação de "um grupo de agenda permanente" de trabalho e debate entre o MEC e a Andifes, para serem analisadas as reivindicações e necessidades das universidades.

A Andifes apresentou ao ministro uma pauta de reivindicações, como a necessidade de ampliação de recursos para custeio e investimento das universidades, além de expor problemas com a degradação dos prédios e dificuldades com a manutenção dos hospitais universitários.

A entidade também solicitou concursos públicos para novos professores e funcionários. Tarso Genro revelou que o processo de contratação de cinco mil professores para as universidades federais brasileiras está em andamento e que o cronograma dos concursos está sendo negociado com os ministérios da Fazenda e do Planejamento.



Escrito por tati às 22h15
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RESERVA DE VAGAS

Defender a Reserva de Vagas do preconceito e da desinformação

por Renata Mielli, Editora do Estudantenet

Desde que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o governo iria encaminhar para o Congresso Nacional um projeto de lei reservando 50% das vagas nas Universidades Públicas para estudantes que cursaram todo o Ensino Médio na rede pública, que este tem sido o principal tema de debate em reuniões sobre educação, em editoriais da imprensa e no interior das universidades brasileiras.

Polêmica, sem dúvida, a medida é defendida por várias entidades da sociedade civil organizada, entre as quais a UNE e a UBES. No entanto, já era de se esperar que os setores conservadores do País disparassem suas baterias de críticas contra a Reserva de Vagas, desqualificando o projeto e procurando escamotear uma dívida social que o país acumula há décadas. Os argumentos contrários à destinação das vagas para os alunos oriundos da escola pública reproduzem, em sua maioria, preconceitos e desinformação.

Os melhores
O primeiro e o mais comum deles é o de que a Reserva de Vagas pode comprometer a qualidade do ensino das Universidades Públicas, com aumento da repetência e evasão. Este argumento se baseia no fato de que, na maioria dos casos, a qualidade do ensino oferecido pelas escolas particulares é superior ao da escola pública.

Para mostrar que nem sempre o que impera é a lógica formal, cartesiana, a experiência das universidades que já estão adotando as cotas é bem diferente. Os alunos que ingressaram nas universidades através da política de cotas têm sido os melhores avaliados e apresentam os melhores desempenhos de suas turmas. Os dados são da Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ – que foi notícia em todo o País no início do ano passado por ter criado cotas raciais e sociais para o seu vestibular.

E não são apenas os alunos que entram pelas cotas que têm desempenho melhor. A Unicamp, que não adota as cotas, realizou uma pesquisa que mostra que os alunos oriundos da escola pública têm se saído melhor nos cursos da Universidade.

Uma das explicações para esse resultado é que o aluno da escola pública aproveita mais a oportunidade de fazer um curso superior. Geralmente vem de extratos sociais mais carentes e vê a faculdade como uma forma de garantir uma vida melhor para si e para sua família.

Há também o fato de que o vestibular, que é reconhecidamente um instrumento de seleção altamente inadequado para identificar as habilidades e os conhecimentos dos estudantes, não seleciona necessariamente os "melhores", mas os mais preparados para passar naquele teste. Assim, as diferenças entre as pessoas que passam no vestibular e as que são reprovadas não são qualitativamente grandes e não chegam a ter um impacto na qualidade do curso superior. Dizer que o primeiro colocado no vestibular será o melhor aluno da faculdade não é uma afirmação segura.

Melhorar a escola pública
Para se contrapor à Reserva de Vagas, alguns setores apresentam uma outra proposta, a de que o governo precisaria melhorar a qualidade da educação na escola pública, ao invés de implementar as cotas, que não passam de uma medida paliativa.

Sem dúvida que é necessário melhorar a educação na escola pública e, também, não há discordância com a visão de que a Reserva de Vagas é uma medida paliativa, mas nenhum dos dois argumentos é válido para contrariar a proposta do governo.

Infelizmente, o processo de sucateamento da educação pública brasileira se deu desde os níveis mais básicos do ensino. A rede pública, tanto fundamental quanto média, foi definhando como conseqüência da falta de investimento do Estado; da desvalorização dos profissionais da educação, particularmente dos professores; da estagnação pedagógica que reproduz faz muitos anos um conteúdo curricular ultrapassado e sem sintonia com os avanços da sociedade e do mercado de trabalho.

É indiscutível que o Estado precisa imediatamente investir na melhoria da qualidade do ensino da escola pública. Medida que começará a dar frutos concretos apenas em médio prazo. Até lá, o que fazer com os alunos que, por não terem condições de pagar uma escola particular (quem dirá uma faculdade), perdem a perspectiva de cursar o ensino superior?

Dados de uma pesquisa realizada pela USP mostram que a exclusão do Ensino Superior começa antes mesmo do vestibular. Apenas 34% dos estudantes que se inscrevem na Fuvest – o maior vestibular do país – são oriundos da escola pública. Segundo dados dessa mesma pesquisa, 89% dos formandos do Ensino Médio em São Paulo estudaram na rede pública. Por ai se vê que a exclusão acaba sendo também psicológica. A cota, além de tudo, pode ser um instrumento para encorajar os jovens que terminam os estudos na rede pública a se inscreverem no vestibular.

Assistência Estudantil não é privilégio
Vale dizer que não basta aprovar a Reserva de Vagas e acreditar que o problema do acesso ao ensino superior será resolvido. Seria no mínimo ingenuidade acreditar nisso. É imprescindível reforçar a política de cotas com outras medidas como a criação de um Plano Nacional de Assistência Estudantil que garanta a permanência dos estudantes mais carentes no ensino superior.

Entrar na universidade é apenas um primeiro obstáculo, mas não é o maior. Ao contrário do que indica a orientação do Banco Mundial, a Assistência Estudantil não é um privilégio que precisa ser eliminado. Dar condições mínimas como moradia, alimentação, transporte e outros recursos para que um jovem carente tenha condições de estudar é justiça social.

Muitos dizem, e vem aí mais um argumento contra as cotas, que esse tipo de medida é inconstitucional porque não trata as pessoas de maneira igual. Ora como tratar com igualdade o que é diferente? Será que ainda ‘cola’ a idéia de que basta querer para chegar lá? O que gera distorções na sociedade não são políticas afirmativas como a Reserva de Vagas, mas a brutal desigualdade na distribuição de renda que dá oportunidades para uns e tira de outros.

Ingressar em medicina, engenharia, direito
Um outro argumento para contestar a Reserva de Vagas diz que os estudantes das Universidades Federais já são, em grande parte, oriundos da escola pública, chegando próximo de 45% em algumas. De fato, cursos como os de história, letras, geografia, física e outros menos valorizados pelo mercado de trabalho, são ocupados por estudantes vindos de escolas públicas. Mas e quanto aos cursos considerados de elite, como medicina, engenharia, arquitetura, publicidade, direito? Nesses, muitas vezes o índice de estudantes oriundos da rede pública é de menos de 10%.

Por isso, a Reserva de Vagas é uma proposta que contribui para democratiza de maneira mais profunda o acesso à Universidade Pública, permitindo que jovens carentes entrem nos cursos mais valorizados.

Mas, para democratizar de fato o acesso ao Ensino Superior é preciso um projeto mais arrojado de Universidade, que englobe a necessidade de expandir o número de vagas, contratar mais professores e funcionários, revitalizar a produção científica e tecnológica, atualizar os currículos e aprimorar a gestão democrática das instituições.

Tudo isso diz respeito à construção de um projeto renovado de Universidade, que está sendo feito nos debates da Reforma Universitária e que não entra, em contradição, com medidas emergenciais e necessárias como a Reserva de Vagas.




Escrito por tati às 22h12
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O GLOBO, 13/5/2004 O porre do presidente Anda esquecido por aí o único filme dirigido pelo Henfil, "Deu no New YorkTimes". É uma sátira. Num país miserável governado por um ditador, o jornal é ansiosamente aguardado a cada manhã para pautar a agenda do governo. Profeta, Henfil já nos alertava que o NYT não pode ser levado a sério. Trata-se de um pastelão que sempre se aliou à política colonialista e intervencionista da Casa Branca. Por que o NYT não segue as pegadas do "Washington Post" e denuncia as torturas que as tropas americanas infligem aos iraquianos? Por que não clama contra o campo de concentração, avesso à tradição jurídica, que os EUA instalaram na base naval de Guantánamo, violando a soberania de Cuba? Ninguém é capaz de imaginar uma base naval de Cuba nas costas da Califórnia, protegida pelo silêncio conivente da grande mídia... Algo no governo Lula incomoda o NYT. Claro, este governo obrigou os EUA a rever a agenda da Alca; a OMC, em Cancún, a tratar com mais respeito os países emergentes; e, agora, pela primeira vez, os EUA se vêem punidos pela OMC no modo como conduzem sua política algodoeira. Como se destrói um símbolo? Qualquer manual de propaganda fascista revela a receita. Não convém criticar os princípios que ele encarna. Deve-se começar por ridicularizá-lo, como a foto de João Pedro Stédile retocada em capas de revista e de jornais para expressar um perfil demoníaco. Não se debate a importância da reforma agrária. Tenta-se fugir da questão política e centrar o alvo na mais vulnerável: a moral. Assim foi com Luther King, acusado de ter várias amantes; com Mandela, tido como desequilibrado; com Gandhi, "um frouxo", na opinião de seus adversários, que o assassinaram. Lula nunca teve qualquer dependência de álcool. Jamais freqüentou bares, mesmo no tempo em que, metalúrgico, isso era comum no ABC. Se toma um trago é por razões sociais, como também faço. Mas jamais em excesso ou para atingir aquele nível de inconsciência que abre espaço, em nosso comportamento, à irresponsabilidade. Mas Lula é viciado. Em política. Adora tomar porres homéricos de povão, com quem gosta de se misturar, abraçar e afagar. Ali, entre os pobres, sua adrenalina vai a mil. Por isso, fica de ressaca quando a conjuntura o obriga a aprovar um novo salário-mínimo aquém de seu sonho e das necessidades dos trabalhadores e dos aposentados. O NYT pretendeu minar a honra e a autoridade de nosso presidente, porque este obrigou a Casa Branca a conter a sua sanha na Venezuela e em Cuba. Nosso governo restaurou o Mercosul, aproximou-o do Grupo Andino, e não apoiou a invasão do Iraque. O ministro Celso Amorim não fica descalço quando ingressa nos EUA, como o fazia o ministro das Relações Exteriores de FHC. Indagado nos EUA se gostava de Bush, Lula respondeu que gosta mesmo é da Marisa, com quem está casado há trinta anos. O NYT não pode suportar a autoridade moral e política de um retirante nordestino, que saiu da fábrica para presidir o Brasil. Por isso, tenta forçá-lo a beber o veneno destilado em suas páginas. Esquece que somos vacinados contra esse tipo de armação. Deu no NYT que Lula bebe em excesso. A fonte, Leonel Brizola. Talvez Chico Buarque possa explicar quando canta o pote de mágoa. A embriaguez da derrota agride a lucidez da vitória. Mas quem tinha mesmo razão era o Henfil. Frei Betto é escritor, autor "Típicos Tipos ? perfis literários" (A Girafa), entre outros livros.

Escrito por tati às 17h13
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  Esse é Mauricio Lovadini, militante da UJS e do PCdoB, autor dos artigos soberania nacional e reserva de vagas. contatos mauriciolovadini@hotmail.com

Escrito por tati às 17h42
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O governo Lula anunciou várias medidas para o desenvolvimento social do país, entre elas anunciou a que garante 50 % de reserva de vagas para estudantes de escola pública, uma bandeira que a UBES (União Brasileira dos Estudantes secundaristas) sempre lutou e defendeu. Todos sabemos que é uma medida polêmica, que como qualquer outro assunto tem seus prós e seus contras, é muito interessante que haja debate sobre o assunto, creio que o governo Lula teve uma posição acertada, apesar de não achar que a reserva seja uma solução definitiva para acabar com as desigualdades dos vestibulares, é um projeto paliativo, mas para o atual momento tem grandes chances de ser eficaz. É fato que os estudantes de escolas públicas sofrem com a falta de vagas nas universidades públicas, com a difícil concorrência com estudantes de escolas particulares, que são treinados para vestibulares, por mais que um estudante de escola pública tente entrar em uma universidade pública ele acaba sempre ficando atrás do estudante de escola particular e tendo que optar por faculdades ou universidades particulares muitas vezes sem condição para pagar a mensalidade que é alta e abusiva, assim aumentando o número de inadimplentes. Contrários a reserva de vagas usam o seguinte argumento: “é um preconceito com os estudantes de escola pública, dizendo que não são capazes de passar em um vestibular público”.Infelizmente hoje o estudante de escola pública não tem como competir com o de particular, não que os de escola publica não tenha capacidade, pelo contrário são muito capazes só que com o atual sistema de ensino nós estudantes de públicas não temos chances com o ensino sucatado, professores ganhando salários baixos, progressão continua, falta de material didático e até professores desqualificados sem generalizar. Parabéns as entidades estudantis como a UBES (União Brasileira dos estudantes secundaristas), UPES (União Paulista dos Estudantes Secundaristas) do qual fui diretor por duas gestões, UESP (União dos Estudantes Secundaristas de Piracicaba) do qual fui diretor e presidente em duas gestões e ao governo Federal que enfim começa a se preocupar com a política educacional de nosso país. um abraço do tamanho do Brasil! Mauricio Lovadini UJS - PCdoB - Piracicaba - SP

ps:Estudantes



Escrito por tati às 17h25
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Soberania Nacional

Fala Povo. www.vermelho.org.br O governo Lula teve atitude correta 14/5/2004. O governo Lula teve atitude correta ao pedir o cancelamento do visto de trabalho do repórter norte americano Larry Rohter do jornal New York Times.O Repórter se comportou muito mal ao dizer em seu artigo, que as bebidas alcoólicas atrapalham as atitudes do governo lula, quando ele escreveu isso ele devia estar alcoolizado, pois não teve ética alguma, ao escrever uma tremenda bobagem, é típica coisa de quem quer desestabilizar um líder de um país emergente como o nosso. E ta mais do que na hora do Brasil tomar atitudes como essa mostrar que aqui não é mais quintal de americanos, é o momento de mostrar que o brasileiro é um povo digno e de respeito que elegeu um presidente para também defender a soberania nacional. Dizem que o governo censurou a liberdade de imprensa, não se trata de censura à liberdade de imprensa, mas uma reação a uma matéria caluniosa, que ofendeu a dignidade do presidente e do país.E é nesses momentos que o Brasil conhece os oportunistas, o senador Antero Paes de Barros (PSDB - MT) apresentou no plenário do Senado um requerimento para alterar a lei de estrangeiros no Brasil, tudo isso só para que um repórter de quinta categoria fique brincando de escrever num país tropical, é uma forma desse senador aparecer e mostrar que só falta varrer o chão da Casa Branca, deixando claro que não defende a soberania do nosso povo. Mauricio Lovadini – PcdoB - Piracicaba – SP

Escrito por tati às 14h48
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CONGRESSO UJS

 O CONGRESSO MUNICIPAL DA UJS SERÁ SÁBADO DIA 15/05 ÀS 16:00 HORAS, LÁ IREMOS DISCUTIR CONJUNTURA NACIONAL, ESTADUAL, E MUNICIPAL, FOCANDO MAIS AS ELEIÇÕES NA CIDADE.

 ESTAREMOS TAMBÉM TIRANDO OS DELEGADOS QUE IRÃO PARA O CONGRESSO ESTADUAL EM SÃO VICENTE.

 É ISSO, UJS NA LUTA PELA DEFESA DO BRASIL, DA JUVENTUDE E DO SOCIALISMO!



Escrito por tati às 08h56
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Escrito por tati às 08h51
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O QUE PENSAVA MARX

"SER RADICAL É AGARRAR AS COISAS PELA A RAIZ, E A RAIZ PARA O HOMEM É O PRÓPRIO HOMEM."



Escrito por tati às 08h07
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ESSE É O CARTAZ DA CAMPANHA NACIONAL DA UJS

Escrito por tati às 13h06
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 QUARTA-FEIRA DIA 05-05-04, HAVERÁ AQUI EM PIRACICABA UM DEBATE SOBRE A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL, PROMOVIDO PELA AJUTRA (JUVENTUDE DO PTB), TEREMOS TAMBÉM COM PRESENÇA CONFIRMADA O PAI DA LIANE.

 A UJS ESTARÁ PRESENTE JUNTO COM VÁRIAS ENTIDADES DE REPRESENTATIVIDADE NA CIDADE, JUNTO COM A UJS DE SANTA BARBARA D'OESTE, O VEREADOR DA MESMA GILBRTO VIEIRA DA SILVA, ENTIDADES NEGRAS DA CIDADE ETC.

 ENTREM NO SITE OFICIAL DO PLEBISCITO E FAÇAM SUAS INTERVENÇÕES.http://www.plebiscitoja.com.br, VAMOS MOSTRAR QUE A JUVENTUDE ORGANIZADA É CONTRA A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL.



Escrito por tati às 12h46
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PRIMEIRO CONTATO

 OLÁ PESSOAL,

 A PARTIR DE HOJE VOCÊS PODEM SABER SOBRE NOSSAS ATIVIDADES EM PIRACICABA, MANDAR MENSAGENS E SUGESTÕES.

 COLOCAREMOS TAMBÉM ARTIGOS DO SITE VERMELHO, E DA UJS.



Escrito por tati às 11h13
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